Como escolher um smartphone Android barato
O mercado de smartphones está em plena expansão no Brasil e no mundo. Muita gente está interessada em comprar seu primeiro aparelho. E as opções no mercado são muitas. Desde o iPhone até os modelos que rodam o sistema operacional Android, do Google, que tem modelos fabricados por diversas empresas. A grande vantagem do Android sobre outros sistemas é a possibilidade de escolher entre smartphones com preços bem acessíveis e outros, mais caros. O objetivo desse artigo é o de dar dicas sobre como escolher um smartphone Android barato e ajudar o leitor a fazer uma boa compra.
Fique atento às suas necessidades
Em primeiro lugar, para escolher um bom smartphone, é preciso saber as próprias necessidades. Como existe uma grande variedade de opções de aparelhos Android no mercado, acredito que esse é um item fundamental. Ao saber do que você precisa, fica muito mais fácil escolher. Por exemplo, se você quer um celular para acessar redes sociais e e-mail, é fundamental procurar um Android equipado com um bom teclado qwerty físico. De preferência que esse seja um teclado slider, pois em geral eles são maiores e mais confortáveis para se digitar. Se optar por um smartphone sem teclado físico é preciso prestar atenção ao tamanho e à tecnologia da tela.
Tamanho da tela
Em geral, os smartphones Android mais baratos têm telas menores. E essa é uma armadilha da qual é fundamental escapar. O tamanho ideal para uma tela touchscreen é de 3.5 polegadas. Telas menores que três polegadas têm ícones pequenos e o teclado virtual é de difícil manipulação. Além disso, é preciso observar o tipo de tela, se ela é capacitiva ou resistiva. Não vou entrar em detalhes, mas a principal diferença entre as duas é a precisão no toque. Telas resistivas são muito comuns em smartphones baratos. No entanto, elas são pouco precisas e requerem que seja feita certa pressão com o dedo para tocar os ícones. Por sua vez, a tela capacitiva é muito mais sensível e precisa. Diferenciar as duas é relativamente fácil. Em geral, aparelhos com telas resistivas vêm acompanhados de uma canetinha stylus.
Quem tem um perfil mais gamer, ou seja, que busca um smartphone para a diversão também deve estar atento à tela. Por exemplo: é extremamente complicado jogar Angry Birds numa tela resistiva.
Processador e memória
Ainda mais importante que o tamanho da tela é escolher um aparelho com bom poder de fogo. Nesse caso, existem alguns smartphones Android baratos e com bons recursos no mercado. Para não ter problemas, é preciso escolher um modelo com um processador de no mínimo 1 Ghz de velocidade. Menos do que isso há a chance do dispositivo engasgar e apresentar lentidão ao lidar com gráficos pesados.
Além do processador, quem pretende jogar no smartphone deve optar por um modelo com bastante memória. Isso vale tanto para a memória interna como para a memória RAM. Para quem é novato no assunto e não está familiarizado com esses termos técnicos, basta dizer que quanto mais memória, melhor. Outro detalhe é que o aparelho Android tenha suporte para aumentar a memória interna com um cartão micro SD. Atualmente são poucos os modelos que não têm esse recurso, mas é bom estar atento.
Simples, mas funcional
Agora, quem não se encaixa em nenhum dos perfis acima tem até mais opções de escolha na hora de levar para casa um Android de baixo custo. Se você não é viciado em redes sociais e nem em jogos, não quer dizer que deva levar para casa qualquer modelo. Não, é preciso escolher um modelo com bons recursos. Hoje em dia, todos os modelos têm câmera. Alguns têm até mais de uma. Quem gosta de tirar fotos deve optar por um modelo que possua de 2 a 3 MP e, de preferência, com Flash.
Versões do Android
Por fim, deve-se prestar atenção ao sistema operacional. O Android pode ser encontrado em diversas versões por aí. A mais recente é a 4.0, que mal chegou ao mercado. No entanto, muitos modelos baratos à venda por aí ainda rodam a versão 2.0, que é cheia de limitações. O ideal é que o smartphone Android, por mais barato que seja, rode pelo menos a versão 2.2 ou acima. Esse é um detalhe muito importante, pois a grande maioria dos aplicativos disponíveis no Google Play, a loja oficial do Android, não roda em aparelhos com o Android 2.0 e 2.1. Outro detalhe que pode ser verificado antes de levar um aparelho para casa é a possibilidade do mesmo receber uma atualização. Alguns modelos à venda com o Android 2.3, por exemplo, têm expectativa de atualização para a versão 4.0 (conhecida como Ice Cream Sandwich).
Por fim vale um conselho manjado, mas que é sempre útil: às vezes o barato sai caro. Logo, o ideal é procurar um modelo com um bom equilíbrio entre custo e benefício. Ou seja, é preferível pagar um pouco mais caro por um smartphone mais robusto, com mais memória, tela maior, melhor câmera e processador mais rápido. Ao mesmo tempo, não adianta nada comprar um modelo cheio de recursos que você nunca vai usar.
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